
A técnica foi desenvolvida pelo Dr. Yoshio Manaka em 1940, baseado na teoria que as lesões por queimaduras acumulavam íons potássio (k+) em consequência da destruição da parede celular, e que esse acúmulo era responsável pela dor e demora da cicatrização. Dr Manaka desenvolveu uma técnica com fio semicondutor que acelera a cicatrização e reduz e reduz a dor e deu o nome de “bombeamento de íons “.
O objetivo da técnica é transferir o excesso de carga de íons potássio (k+) da área lesada pela queimadura a uma outra de tecido normal, utilizando o fio semicondutor. O fio semicondutor tem uma extremidade positiva e uma extremidade negativa (local onde se encontra o diodo).
A aplicação clínica do fio Manaka é simples. Basta inserir uma agulha no ponto ashi ou acupontos adjacentes à área da dor e outra no acuponto distante e, conecta o terminal positivo no acuponto ashi (local da dor) e o terminal negativo na agulha inserida no ponto distante. Nos tratamentos de parestesia, deve-se inverter a polaridade do fio semicondutor de Manaka, isto é conectar o terminal negativo na agulha inserida no acuponto localizado na área com parestesia e o terminal positivo deve ser conectado na agulha inserida no acuponto distante.
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